Os juros futuros encerraram os negócios desta segunda-feira em alta firme, afetados por um movimento de
maior incorporação de prêmio de risco ao longo da
curva a termo, especialmente nos trechos mais longos
(com vencimento no longo prazo). No fim da sessão
regular, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro
(DI) para janeiro de 2021 passava de 1,87% no ajuste
anterior para 1,88%; a do DI para janeiro de 2022 ia de
2,65% para 2,67%; a do contrato para janeiro de 2023
subia de 3,76% para 3,79%; a do DI para janeiro de
2025 escalava de 5,40% para 5,47%; e a do contrato
para janeiro de 2027 saltava de 6,35% para 6,43%.
REZENDE, V. Risco fiscal leva a alta das taxas de juros futuros e
curva tem maior inclinação desde fim de junho. Valor Econômico, 10/08/2020. Disponível em: <https://valorinveste.globo.com/
produtos/renda-fixa/noticia/2020/08/10/risco-fiscal-leva-a-alta-
-das-taxas-de-juros-futuro-e-curva-tem-maior-inclinacao-desde-
-fi m-de-junho.ghtml>. Acesso em: 7 fev. 2021. Adaptado
A medida de política monetária não convencional, por parte do Banco Central do Brasil, que poderia ter estimulado a redução das taxas de juros de longo prazo no ano passado é a
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